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terça-feira, 4 de outubro de 2016

HAMLET - WILLIAM SHAKESPEARE

Desde muito novo sempre ouvi falar de William Shakespeare e suas obras, consideradas verdadeiras obras-primas pela crítica literária mundial. Admito que, mesmo tendo tal conhecimento, nunca tive um grande interesse em ler livros como Hamlet, por exemplo. Isso até eu assistir o vídeo “Hamlet é o anti-facebook”, no qual o Leandro Karnal destrincha a história e levanta diversas questões para serem refletidas, o que me despertou um imenso interesse em saber o que havia de tão grandioso nas páginas deste livro para ele gostar tanto dele. Comprei, li e admito que fiquei fascinado pela história, tanto que também decidi comprar a versão com o texto original, em inglês.

É interessante que esse vídeo também me lembrou do filme Sociedade dos Poetas Mortos, quando o professor John Keating (Robin Williams) fala para seus alunos que eles iriam começar a estudar a literatura de Shakespeare, e todos torcem o nariz. No entanto, Keating explica que Shakespeare pode não ser aquela chatice que todos eles tinham em mente, e, utilizando uma didática diferente, apresenta uma releitura dos textos, o que deixa todos eles completamente encantados.





FESTIVAL FAÍSCA @ ALFENAS (MG) - 2016

Com grande alegria, recebi o convite da querida Janaína Moitinho para participar do Festival FAÍSCA, em Alfenas, Minas Gerais. Este que reúne as mais diversas vertentes artísticas, como música, pintura, teatro, poesia, literatura etc., e onde tive a oportunidade de divulgar um pouco do meu trabalho nos dois dias que estive por lá.

Daqui de São Paulo, juntamente com ela e o poeta Jefferson Santana, seguimos de carro com a Adriana, que também nos hospedou em sua casa, onde tive o prazer de conhecer os outros integrantes da família Medeiros.

Durante este final de semana, conheci novos lugares, conversei com várias pessoas, fiz poesia, criei Aluminions, comi açaí, enfim, coisa boa não faltou. Pelo convívio e troca de ideias destaco: o mano Filite, que fez um live painting; o Facção Caipira, com sua mistura de blues e hardcore; e o Fino Du Rap, diretamente de São Paulo, que foi para fechar o (memorável) evento na noite de domingo.

F ogo
l A bareda
Í mpeto
bra S a
C hama
c A lor

Registros lindos! 
E que foram feitos de forma colaborativa do Festival FAISCA 2016 em Alfenas.
"O que a(s)cende não cessa" foi o tema desse ano que direcionou a construção do festival por mais 200 mãos e muito amor! 

Cobertura completa em breve no Flickr do FAISCA: https://goo.gl/JmnDoY.
Fiquem atentos! :)

























quinta-feira, 22 de setembro de 2016

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

LEANDRO KARNAL @ JÔ SOARES - 15/10/2015

Apesar de toda irreverência podemos aprender muitos assuntos sérios e profundos com grandes figuras como Leandro Karnal e Jô Soares. Destaque para a piadinha abaixo:

Um menino estava na calçada da igreja tentando acertar uma linha com um canivete. Sempre que errava soltava um grito:

- Porra, errei!

Até que um padre furioso sai e adverte o menino:

- Menino, para com isso. Fica falando palavrão na frente da igreja. De repente Deus escuta isso e manda um raio que te fulmina!

O menino não liga e continua:

- Ah, deixa de bobagem, padre... Porra, errei!

De repente, cai um raio que fulmina o padre. Em seguida, uma voz vinda do céu diz:

- Porra, errei! 

terça-feira, 17 de maio de 2016

OS CRIMES ABC - AGATHA CHRISTIE

Hoje, terminei de ler o livro Os Crimes ABC... E, confesso que fazia um bom tempo que não lia um romance policial, então, nada melhor do que retornar a esta prática lendo alguns dos escritos da prodigiosa Agatha Christie.

Nesta obra, achei incrível como ela desenrolou a história e fez com que o desfecho culminasse numa grande reviravolta.

"O livro narra uma estranha série de assassinatos ocorridos em ordem alfabética. As vítimas são pessoas cujas letras iniciais de seus nomes coincidem com as letras iniciais das localidades onde moram. Por exemplo, a primeira vítima é Alice Ascher, de Andover. Além disso, o assassino avisa o local dos crimes nas cartas que ele manda para Poirot assinadas de "ABC" e deixa ao lado de cada corpo o guia ferroviário ABC. Aparentemente, as mortes são aleatórias, pois nada parece indicar que exista ligação entre as vítimas. Porém, Poirot, com a ajuda de seus amigos, mostra que não é bem assim."


Você pode ler o livro em PDF ou também pode adquirir a obra física no site Estante Virtual por um preço bastante acessível.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

RUBENS FRANCISCO LUCCHETTI: O REI DA LITERATURA MARGINAL

Rubens Francisco Lucchetti ao lado de cartaz de ‘O Escorpião Escarlate’, um dos filmes de terror que roteirizou (Foto: Matheus Urenha / A Cidade)

Escritor, roteirista, desenhista, quadrinista, novelista... Rubens Francisco Lucchetti é tudo isso é muito mais, mas prefere mesmo é ser tratado como ficcionista, pois é na fantasia que encontra o seu lugar. Aliás, um espaço específico da imaginação: aquele repleto de seres mórbidos, fantasmagóricos e aterrorizantes.

Ao longo dos seus 72 anos de carreira fértil, o autodidata nascido em Santa Rita do Passa Quatro e hoje morador de Jardinópolis contabilizou números incríveis, como 1.547 livros, 25 roteiros de cinema, 30 seriados de rádio e mais de 300 roteiros de histórias em quadrinhos. Na maioria delas, o terror é uma tônica.

A coroação de seu trabalho, no entanto, ocorre agora, com sua contratação com exclusividade pelo Grupo Editorial ACP, do Rio de Janeiro, em parceria com a Editora Devaneio. Um selo editorial será criado para a Coleção R.F. Lucchetti, pelo qual 15 títulos serão publicados.

Chamado O Corvo, o selo é uma homenagem ao primeiro conto do autor, “A Única Testemunha”, e estreará com o livro “As Máscaras do Pavor”, história situada na França da década de 1970.

Uma série de produtos também deve popularizar as capas de seus livros em parceria com o já falecido desenhista Nico Rosso – no passado, eles formaram a melhor dupla das HQs brasileiras.


Reconhecimento

Com um site e uma página recém-criados no Facebook, Lucchetti está impressionado com o número de pessoas do mundo inteiro que acompanham e admiram o seu trabalho.

“Nos últimos 20 anos, andava meio tranquilo, mas essa novidade está fazendo eu me sentir um menino. Estou escrevendo uma HQ e também um filme sobre zumbis para Ivan Cardoso [cineasta], ‘As Mortas Vivas do Lago Maldito’”, conta Lucchetti com entusiasmo.

De acordo com o fã e amigo Geraldo Cossalter, a editora viu o grande potencial de negócio da obra de Lucchetti, mas também quer reconhecer o seu legado como pai da “pulp fiction” [leia a respeito à direita] no País, uma literatura considerada marginal, onde as cenas são mais marcantes que o roteiro.

Uma das exigências do autor, porém, foi que seus livros fossem impressos na Gráfica e Editora São Francisco, em Ribeirão Preto, cidade que adotou de coração e onde investiu fortemente na cena cultural.


‘Ele colocou Ribeirão preto no calendário do cinema mundial’

“Sou um apaixonado por Lucchetti. Ele colocou Ribeirão Preto no calendário do cinema mundial”, declara Fernando Kaxassa, diretor do Cineclube Cauim.

O empresário considera que o conterrâneo de coração é a figura central da cena cultural ribeirão-pretana e que foi a partir de suas ideias que o cinema chegou à cidade. “Lucchecci recebia cartas da França, oferecendo trabalho. Alheio a isso, ele fazia cinema na própria casa”, diz Kaxassa.


Pulp Fiction

Em tradução literal, “literatura barata”, era o nome dado a revistas feitas com papel de baixa qualidade (a “polpa”) a partir do início da década de 1900, geralmente dedicadas às histórias noir, fantasia e ficção científica. Não raro o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas (é esse sentido da palavra que o diretor Quentin Tarantino usou para nomear seu filme “Pulp Fiction - Tempo de Violência”). A despeito disso, vários escritores famosos já trabalharam em pulps, como Isaac Asimov, Raymond Chandler e Dashiell Hammett.