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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

FILMES QUE ME INSPIRAM

Gosto muito de listas com recomendações de filmes, livros, revistas, documentários, seriados, quadrinhos, mangás, animes e afins. Apenas penso que, às vezes, faltam algumas obras que também mereciam estar referenciadas pela qualidade que representam para mim. Mas logo me lembro de que esse tipo de atividade é algo bastante subjetivo.

Existem diversas obras cinematográficas que abordam o campo da poesia, do aprendizado, da criatividade e da inovação que me inspiram bastante. Não importa quantas vezes eu assista estes filmes, sempre que eles terminam, tenho vontade de fazer a diferença, de me desenvolver cada vez mais, de criar algo, independente da fase que eu esteja passando, seja por uma crise existencial ou até mesmo por um momento agradável. Por isso, decidi selecionar alguns dos que assisti até o momento e criar esta lista (que não segue nenhuma ordem hierárquica de classificação):



Em 1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas logo seus métodos de incentivar os alunos a pensarem por si mesmos cria um choque com a ortodoxa direção do colégio, principalmente quando ele fala aos seus alunos sobre a "Sociedade dos Poetas Mortos".





Uma ex-oficial da marinha abandona a vida militar para ser professora de inglês. Só que logo na primeira escola em que começa a lecionar, ela vai se deparar com diversas barreiras. Sendo um colégio de negros, latinos, e na maioria de pessoas pobres, ela terá que lidar com a rebeldia dos alunos. Como a professora Louanne Johnson não consegue através de métodos convencionais a atenção da sua classe, ela parte para outra forma de ensino. Passa a dar aulas com karatê e músicas de Bob Dylan, tentando ajudar a turma através de métodos pouco convencionais.





Uma jovem e idealista professora chega à uma escola de um bairro pobre, que está corrompida pela agressividade e violência. Os alunos se mostram rebeldes e sem vontade de aprender, e há entre eles uma constante tensão racial. Assim, para fazer com que os alunos aprendam e também falem mais de suas complicadas vidas, a professora Gruwell (Hilary Swank) lança mão de métodos diferentes de ensino. Aos poucos, os alunos vão retomando a confiança em si mesmos, aceitando mais o conhecimento, e reconhecendo valores como a tolerância e o respeito ao próximo.





Em Boston, um jovem de 20 anos (Matt Damon) que já teve algumas passagens pela polícia e  é servente de uma universidade, revela-se um gênio em matemática e, por determinação legal, precisa fazer terapia, mas nada funciona, pois ele debocha de todos os analistas, até se identificar com um deles.





Por razões políticas o poeta Pablo Neruda (Philippe Noiret) se exila em uma ilha na Itália. Lá um desempregado (Massimo Troisi) quase analfabeto é contratado como carteiro extra, encarregado de cuidar da correspondência do poeta, e gradativamente entre os dois se forma uma sólida amizade.





Com direção do mestre italiano Roberto Rossellini (Roma, Cidade Aberta), esta superprodução européia é a cinebiografia de Sócrates (470 - 333 a.C.), um dos maiores filósofos da Humanidade. Este DVD traz ainda um revelador depoimento de Roberto Bolzani, professor de Filosofia (USP) e especialista em filosofia socrática. Rossellini mostra o final da vida de Sócrates, em especial seu julgamento e sua condenação à morte, com destaque para os célebres diálogos socráticos: "Apologia", discurso de defesa do filósofo; "Críton", em que um dos seus discípulos tenta convencê-lo a fugir da prisão; e "Fédon", com seus últimos ensinamentos antes de tomar a cicuta. Inédito no Brasil, Sócrates é mais uma aula de cinema de Rossellini e um programa obrigatório para os interessados em Filosofia.





Após ser deixado por oito anos seguidos em um colégio interno, Rohan (Rajat Barmecha) volta à pequena cidade industrial de Jamshedpur, após ser expulso e encontra um pai autoritário e um meio-irmão mais novo que ele não sabia que existia. Forçado a trabalhar na fábrica de aço do pai e a estudar engenharia contra sua vontade, ele tenta moldar sua própria vida fora das circunstâncias, correndo atrás do sonho de ser escritor.





John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.





Em uma noite de outono em 2003, Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), analista de sistemas graduado em Harvard, se senta em seu computador e começa a trabalhar em uma nova ideia. Apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Zuckerberg se torna o mais jovem bilionário da história com o sucesso da rede social Facebook. O sucesso, no entanto, o leva a complicações em sua vida social e profissional.





Katharine Watson (Julia Roberts) é uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.





Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora.





Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.


SÓCRATES, PLATÃO E EU

Imagem 1 - "A morte de Sócrates" por Jacques-Louis David

Imagem 2 - "A Escola de Atenas" por Rafael Sanzio

Imagem 3 - "Sarau do Grajaú" por Daniel Alexandrino

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

LEANDRO KARNAL - O PRECONCEITO

Muito interessante essa palestra, onde o professor Karnal discorre sobre o preconceito no decorrer da História, abordando principalmente temas como misoginia, racismo e desigualdade social. Em relação ao último tema, também escrevi algumas ideias semelhantes no texto (SOBRE VIVER) que publiquei no meu primeiro livro (PROTESTIZANDO - BIÊNIO POÉTICO).

Além disso, esse vídeo também me permitiu refletir sobre a forma com que posso desenvolver as palestras que venho realizado ultimamente, onde abordo a poesia concreta, exibindo diversos exemplos e fazendo uma análise dos mesmos.

A SOLIDÃO NAS REDES

Internet, redes sociais, filosofia, neurociência, educação, cultura, tecnologia, comportamento.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

HEDONISMO EPICURISTA E A VERDADEIRA SABEDORIA


Por Fernando Nogueira da Costa

Segundo José Américo Motta Pessanha, na Introdução do volume da Coleção Os Pensadores dedicado à obra de Epicuro, com sua concepção materialista da realidade, Epicuro pretende libertar o homem dos dois temores que o impediriam de encontrar a felicidade:

1 - o medo dos deuses e
2 - o temor da morte.

Os deuses existem, afirma Epicuro, mas seriam seres perfeitos que não se misturam às imperfeições e às vicissitudes da vida humana. Os deuses viveriam em perfeita serenidade nos espaços que separam os mundos.

Suas perfeições supremas constituem o ideal a que aspiram os sábios e deve ser objeto de culto desinteressado. Não teria sentido adorá-los de maneira servil, temerosa e interesseira, pois eles desconhecem o mundo imperfeito dos homens e de modo algum atuam sobre ele.

Quanto à morte, não há também por que temê-la. Ela não seria mais que a dissolução do aglomerado de átomos que constitui o corpo e a alma. Amorte, portanto, não existe enquanto o homem vive e este não existe mais quando ela sobrevém.

A libertação do temor dos deuses e da morte não basta para conduzir o homem à verdadeira felicidade. É necessário ainda que ele se liberte:

1 - da ânsia incontrolada de prazeres e
2 - do incontido pesar pelas dores.

A luminosidade racional da doutrina atomista permitiria ao homem:

1 - afastar os sombrios temores que lhe intranquilizavam a alma,
2 - bem como reconhecer-se como um ser perfeitamente integrado na natureza universal.

Enquanto ser natural, o homem — como os outros animais — pauta sua vida, espontaneamente:

1 - pela procura do prazer e
2 - pela fuga da dor.

Mas a verdadeira sabedoria está além desse comportamento natural e espontâneo: sábio é reconhecer que há diferentes tipos de prazer, para saber selecioná-los e dosá-los. O hedonismo epicurista reconhece que o ponto de partida para a felicidade está na satisfação dos desejos físicos, naturais.

Mas essa satisfação, para não acarretar sofrimentos, deve ser contida, reduzindo-se ao estritamente necessário: sábio é aquele que, mesmo com poucos bens de subsistência, alcança muita felicidade.

Epicuro considera que todo prazer é basicamente um prazer corpóreo. Mas o prazer que o homem deve buscar não é o da pura satisfação física imediata e mutável, “o prazer do movimento“.

Para Epicuro, o prazer que deve nortear a conduta humana — o prazer com dimensão ética e não apenas natural — é “o prazer do repouso”, constituído pela ausência de perturbação e pela ausência de dor. Ambas podem ser alcançadas na medida em que o homem, através doautodomínio, busque a autossuficiência que o torne um ser que tem em si mesmo sua própria lei, um ser autárquico, capaz de ser feliz e sereno independentemente das circunstâncias.

Para tanto, deve renunciar aos prazeres que possam ser fontes de aflição e aceitar a dor quando ela é portadora de um bem futuro. Este nunca deve ser confundido com a suposta vida depois da morte.

É necessário, portanto, fazer um cálculo utilitário dos prazeres e das dores possíveis, como primeiro passo para a conquista da felicidade. Epicuro, porém, reconhece que as circunstâncias podem impor a dor como um fato inelutável.

Sabedoria será então utilizar a liberdade interior e, através do artifício que essa liberdade permite, permanecer sereno e feliz. À dor presente, ensina Epicuro, pode se escapar:

1 - por meio da lembrança dos prazeres passados ou
2 - pela expectativa de prazeres futuros.

Interiormente, o homem é livre para jogar, à vontade, com as imagens que seriam resquícios corpóreos (formados de átomos mais tênues) de suas sensações.

Epicuro — ele próprio um homem doente e vítima de terríveis sofrimentos físicos — teria dado a demonstração dessa técnica interior de evasão, capaz de permitir ao homem enfrentar serenamente as mais adversas circunstâncias, inclusive uma eventual ausência de liberdade política.

Seu hedonismo altamente espiritualizado, que fazia da contemplação intelectual e das delícias da amizade os mais elevados prazeres, legou às éticas posteriores uma lição que nunca mais será esquecida: a de que o homem também pode se sustentar de recordações e de esperanças, quando o “tornar-se presente” lhe aflige.

THE NOITE: ENTREVISTA COM MARIO SÉRGIO CORTELLA - 01/06/15

Apenas abri uma excessão para dar audiência ao programa do Danilo Gentili.

"Uma das coisas que a Filosofia tem que ter é um nível de dimensão erótica. O erótico não é (necessariamente) o sexual, é aquilo que está no mundo do desejo das pessoas..."
- Mário Sérgio Cortella

Para complementar:

"O erotismo é uma das bases do conhecimento de nós próprios, tão indispensável como a poesia."
- Anaïs Nin

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

MÁRIO SÉRGIO CORTELLA - SE VOCÊ NÃO EXISTISSE, QUE FALTA FARIA?

Ao terminar de ouvir tudo que o Cortella disse nesta palestra, de certa forma, fiquei muito feliz, pois percebi que muitos dos assuntos citados por ele, eu já pensava há alguns anos atrás, quando comecei a estudar Filosofia e a levantar algumas questões sobre a existência.

“A vida é muito curta para ser pequena”, de fato, mas é com pensadores como ele, que nos fazem ter essa noção, por meio da transferência do conhecimento, que podemos torná-la em algo imenso, colossal.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

AOS 14 ANOS, ARTISTA BRITÂNICO É COMPARADO A MONET

É lendo este tipo de notícia que confirmo algo que escrevi há um tempo atrás em um texto, numa época em que estava refletindo sobre o inatismo e o empirismo: Algumas pessoas nascem com uma predisposição para executar com primazia determinada atividade.


Um jovem britânico está ganhando milhares de libras como pintor - mesmo tendo apenas 14 anos.

Kieron Williamson já foi comparado a Monet e Picasso, por sua habilidade precoce e pelos traços impressionistas de algumas de suas obras lembrarem os do pintor francês.

Ele sempre gostou de tintas e pincéis. Aos 6 anos, ele abriu sua primeira mostra e vendeu 16 pinturas em 14 minutos.

Aos 14 anos, suas obras são um sucesso de vendas: o preço pago por cada um de seus quadros equivale a cerca de R$ 230 mil.

Ele se diz atraído pela "sensação de pintar. A inspiração constante me leva a continuar".

Fonte: 

RECONHECIMENTO - SOCRASTICKERS

Há alguns meses atrás, o Facebook recordou esta publicação feita por um professor que lecionou Filosofia para mim no início do ensino médio, sobre o meu projeto SOCRASTICKERS, que iniciei em 2013. Apesar deu eu não ter um grande interesse por Filosofia na época da escola, reconheço que ele foi um dos melhores professores que já tive. Gostava muito dele como pessoa e também da sua didática.

SOCIEDADE E TECNOLOGIA

Há pouco mais de três anos, escrevi este texto, um trabalho para a disciplina de Sociedade e Tecnologia do meu curso de ADS lá na FATEC Zona Sul:

TEMA: REFLEXÃO SOBRE O CONHECIMENTO FILOSÓFICO QUE CONSISTE EM LINHAS GERAIS DETERMINANTES NA CRÍTICA DA REALIDADE SOCIAL, CRÍTICA À TECNOLOGIA E AUTO-CRÍTICA AO FILOSOFAR

A tecnologia tem avançado muito ao longo dos anos, desde os primeiros inventos que possibilitaram à humanidade realizar diversas atividades com cada vez mais eficiência, até atualmente, onde ela possibilita que exploremos até mesmo outros planetas julgados inabitados do nosso sistema solar.

A tecnologia pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal da humanidade, um exemplo do uso da tecnologia e dos conhecimentos adquiridos por nós são os estudos da fissão nuclear, no qual possibilitou a (controversa) geração da energia nuclear nos países que não detêm recursos hidrológicos ou eólicos para uma geração que supra a sua necessidade energética. Mas em contra partida, estes estudos também foram direcionados para fins bélicos, com a construção da bomba atômica pelos americanos.

A tecnologia potencializou o processo de globalização, pois ampliou as formas de trocas de informações, e as relações sócio-político-econômicas e culturais entre os países.

Em minha opinião, o impacto da tecnologia, no que diz respeito às relações sócio-políticas, foi a mais revolucionária, temos assuntos bem abrangentes em relação à isto, podemos citar as redes sociais, como Facebook, Twitter, Google+, Skype, entre outros, como exemplo. A criação destas redes sociais possibilitou que pessoas de qualquer parte do mundo que tivessem uma conta na mesma rede social, pudessem se comunicar em tempo real, trocar arquivos, fotos, vídeos, etc. entre si. Porém, como citado no começo, tais redes sociais têm o seu lado desvantajoso, pois nelas, as informações pessoais têm que ser informadas para abrir uma conta, e isto possibilita que pessoas mal intencionadas possam se apoderar delas para fins criminosos, como o de invasão de privacidade.

Atualmente, as redes sociais têm tido bastante influência na busca do povo por uma real democracia para o seu país. Por meio delas, é possível trocar informações que o Estado oculta do povo, é possível também organizar manifestações para reinvidicarmos nossos direitos, como foi o que ocorreu na Primavera Árabe e nos protestos de junho que ocorreram recentemente no Brasil.

O assunto “tecnologia” é muito abrangente, pois ela está presente na maioria das atividades diárias do nosso cotidiano, mesmo não que percebamos, e influencia diretamente o modo como nos relacionamos com outras pessoas e com o mundo.

Eu, particularmente, gosto muito de Filosofia. Pois ela nos desperta um senso crítico, um desejo pelo conhecimento e nos ajuda a formarmos nossa opinião por meio da refutação de dogmas e do senso comum e vermos o mundo de outra forma. Pretendo me graduar em Filosofia futuramente, mesmo sabendo que não tem nada a ver com a área de tecnologia (que eu pretendo seguir carreira) e que não irá me prover riquezas materiais, mas o primordial para mim será o conhecimento que eu irei adquirir e irei disseminar para as outras pessoas.

LEANDRO KARNAL @ JÔ SOARES - 15/10/2015

Apesar de toda irreverência podemos aprender muitos assuntos sérios e profundos com grandes figuras como Leandro Karnal e Jô Soares. Destaque para a piadinha abaixo:

Um menino estava na calçada da igreja tentando acertar uma linha com um canivete. Sempre que errava soltava um grito:

- Porra, errei!

Até que um padre furioso sai e adverte o menino:

- Menino, para com isso. Fica falando palavrão na frente da igreja. De repente Deus escuta isso e manda um raio que te fulmina!

O menino não liga e continua:

- Ah, deixa de bobagem, padre... Porra, errei!

De repente, cai um raio que fulmina o padre. Em seguida, uma voz vinda do céu diz:

- Porra, errei! 

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

QUADRO DEAD POETS SOCIETY

Uma das falas importantes do professor John Keating no filme Sociedade dos Poetas Mortos:

"Garotos, vocês devem se esforçar para encontrar suas próprias vozes. Porque quanto mais vocês esperarem para começar, será menos provável que vocês possam encontrá-la. Thoreau disse: "A maioria dos homens leva uma vida de desespero silencioso". Não se conformem com isso."

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

RODA VIVA: LEANDRO KARNAL - 04/07/16

Nos últimos dias, tenho assistido diversos vídeos com palestras e entrevistas com pensadores ilustres, como o Clóvis de Barros Filho e o Leandro Karnal. Tenho refletido e aprendido muito com as ideias levantadas por eles e recomendo que alguns vídeos - como este abaixo - sejam vistos.

Transmitido ao vivo em 4 de jul de 2016

No Roda Viva dessa segunda-feira, entrevistamos ao vivo o historiador Leandro Karnal. Ele falou sobre seu livro recém-lançado “Felicidade ou Morte” (coautoria de Clóvis de Barros Filho), que analisa, além de outros pontos, como cada época e sociedade definem o que é uma vida feliz. E também comentou problemas atuais, inclusive a intolerância e o radicalismo nas redes sociais, entre outros assuntos.

Bancada:

Mônica Manir – repórter especial do jornal O Estado de S.Paulo
Maria Fernanda Cândido – atriz
José Alves de Freitas Neto – professor do departamento de história da Unicamp
Ana Cristina Reis – editora e colunista do jornal O Globo
Bruno Meier – editor da coluna gente da revista Veja

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

DOCUMENTÁRIO: OBSERVAR E ABSORVER - EDUARDO MARINHO

Se alguém me perguntasse uma referência de grande pensador da atualidade, eu responderia sem hesitar: Eduardo Marinho. Pois ele não é um daqueles caras que ficam somente citando pensamentos de outros filósofos ou coisa do tipo, ele realmente tem a sua própria visão de mundo e, assim como Sócrates, percorre os lugares inspirando as pessoas a "OBSERVAR-ABSORVER" o que está ao redor com as suas diversas lições de vida.

Este documentário é um excelente registro da trajetória desse grande artista e filósofo das ruas.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

FILOSOFIA ATRAI PÚBLICO PARA O GRAJAÚ

Eu fui neste dia. O debate foi muito agregador. Abaixo, algumas anotações e conceitos que falamos sobre:

- Moral: valores normativos (noções de conduta) impostos numa sociedade.

- Ética: está relacionada à práxis (ação), à boa conduta do ser na sociedade onde vive, desde o seu processo cognitivo antes da ação.

- O sistema capitalista trabalhou para que o desejo de consumo se tornasse uma normatividade, o que faz com que rompamos com o nosso senso ético, quando praticamos o consumismo.

- X -

"Já é hora do pôr do sol quando um grupo formado por mais ou menos 30 pessoas se reúne no Grajaú, zona sul, para participar de um Café Filosófico e refletir sobre Páscoa, ética e consumo. O encontro acontece há seis anos, apresenta um tópico diferente para debate a cada mês e faz parte das Rodas de Construção de Conhecimento promovidas pelo Centro de Arte e Promoção Social Grajaú (CAPS).

Em círculo, os participantes têm oportunidade de falar e expor o que pensam sobre o tema do dia. “Aqui é um diálogo aberto”, comenta Luan Siqueira, 23, um dos mediadores. As Rodas atraem pessoas de diferentes idades e regiões. Além do Grajaú, há quem seja do Jacira, Parque Santo Antônio, Guacuri, Campo Limpo, Belém, centro e ABC Paulista.

Maria Vilani, 65, professora e uma das fundadoras do CAPS conta que começaram com apenas três pessoas, sendo elas as próprias integrantes da instituição. Passado o tempo, houve encontro que reuniu mais de 80 pessoas. Mas quantidade não é algo que preocupa Vilani. “Nós não procuramos demanda”, comenta.

O trabalho do CAPS existe desde 1990, mas não era em formato de roda. A primeira atividade com o intuito de compartilhar conhecimento se chamava Especial Poético. Hoje as ações acontecem na Casa de Cultura Palhaço Carequinha, mas no início da década de 1990 o palco das atividades era a casa da própria Maria Vilani, moradora do Grajaú há mais de 40 anos.

O professor e integrante do CAPS Israel dos Santos, 61, comenta que as Rodas são guiadas por voluntários e que uma vantagem de ter conseguido espaço na Casa de Cultura é a localização, pois está próximo da Estação da CPTM e do Terminal Grajaú. Já a atriz Dora Medina, 58, chama a atenção para apropriação das atividades culturais pela população. “Muitas pessoas não sabem o que acontece aqui. Tem gente que reclama que não tem nada para fazer sábado a noite e nós temos Rodas nesse dia”, salienta.

Questionada sobre se os encontros podem ser usados como exemplo para quem pensa que a periferia é um lugar sem conhecimento, Vilani responde que “a ideia de falta de saber é puro preconceito, pois todos nós sabemos algo”. Já o grafiteiro grajuense Mauro Neri, 35, comenta no decorrer de uma Roda de Estudos da Arte que a periferia é uma produtora de cultura.

O Café Filosófico acontece no primeiro sábado de cada mês após o Pingado Filosófico, uma Roda que também tem música e é dedicada a adolescentes. Os sábados seguintes são envolvidos por mais seis Rodas. São elas: Estudos Jurídicos, Poesia, Estudos da Arte, Ciência da Religião, Educação e Estudos Afro-Brasileiros.

Os temas e horários das Rodas são divulgados nas redes sociais do CAPS."

Priscila Pacheco, 28, correspondente do Grajaú
@pricsp
priscilapacheco.mural@gmail.com


terça-feira, 13 de outubro de 2015

TV PUC: DIÁLOGOS IMPERTINENTES - O ACASO

Em mais uma histórica sessão do programa Diálogos Impertinentes, o acaso foi o tema escolhido para o debate filosófico e provocativo.

O acaso é algo que surge, acontece à esmo ou existe a possibilidade de previsão?

Convidados:

Haroldo de Campos (São Paulo SP 1929 - São Paulo SP 2003): Escritor, Professor universitário, Poeta, Tradutor / Intérprete, Ensaísta.

Professor Emérito da PUC SP, Haroldo de Campos foi um dos principais idealizadores do movimento nacional de poesia concreta.

Luís Carlos de Menezes: Cientista e Professor Sênior do Instituto de Física da Universidade de São Paulo. Membro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo.

Apresentado pelo professor e filósofo Mário Sérgio Cortella.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

MANUAL DE FILOSOFIA POLÍTICA - RURION MELO FLAMARION CALDEORA

O Manual de Filosofia Política apresenta ao leitor uma visão sobre os momentos mais impactantes da história dessa disciplina, apontando os desdobramentos ainda presentes no debate contemporâneo. Não se trata de mero resumo das principais correntes e pensadores, mas de uma exposição crítica dos recortes mais expressivos dessa história.

Estruturado em doze capítulos, o livro percorre a obra de autores emblemáticos como Cícero, Platão, Aristóteles, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Hobbes, Locke, Maquiavel, Marx, Hegel, Weber, Rousseau e Kant. A exposição de temas fundamentais para a formação humanística do leitor (republicanismo, contratualismo, liberalismo clássico e contemporâneo, socialismo, entre outros) contribui para uma compreensão global e participativa das mudanças enfrentadas pelo homem e, consequentemente, pelo mundo em que vive.

Bons estudos!


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

SÓCRATES (1971)

Com direção do mestre italiano Roberto Rossellini, esta superprodução européia é a cinebiografia de Sócrates, um dos maiores filósofos da humanidade.